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Emmure [Dezembro 2012]

Com 2012 a findar, a Rock n’Heavy entrevista Mike Mulholland dos norte-americanos EMMURE. Depois do sucesso alcançado com o álbum de estreia “Goodbye to the Gallows” (2007) e de uma renovação contratual com a Victory Records, essa parceria de sucesso origina o quinto álbum de estúdio: “Slave to the Game” (2012).

Quando pensamos em Emmure, o que devemos ter em conta?
A música. Concertos épicos. Brutalidade.

Em breve vão começar uma nova tour. Têm algo novo para mostrar ao público?
Em Janeiro, seguimos viagem com a tour “Brothers of Butality”, vamos com Whitechapel pelos EUA e pelo Canadá. É a primeira vez que seguimos estrada com este pessoal. Isso deixa-nos muito contentes. Levamos ainda Unearth e Obey the Brave & The Ploot in You “na bagagem”. Estamos felizes, principalmente por levarmos tantos bros connosco.

Qual é a maior diferença entre Goodbye to the Gallows (o vosso primeiro álbum) e Slave to the Game (o último)?
Bem, sempre tentámos melhorar os nossos trabalhos ao longo do tempo. Queremos progredir enquanto grupo, no entanto, mantendo as raízes que formam Emmure. Já mudamos de editora, de membros, enfim, já tivemos uma grande experiência de vida a nível musical. Todos estes aspectos contribuem para a mudança e para o crescimento.

Conhecem alguma banda portuguesa?
Infelizmente, não. Mandem-nos bandas para a América!

Fora da parte musical, têm mais projectos paralelos? O que fazem no vosso dia-a-dia?
Temos muita sorte nesse aspecto. Podemos “viver” do que mais gostamos. Sinto-me muito sortudo em ter deixado o meu último trabalho “real” em 2006. Não somos pessoas de estarmos enfiados em casa, temos os nossos hobbies. Jesse adora carros de grande velocidade, Frank está entre as tatuagens e os vídeo jogos. Eu amo fotografar.

A partir do primeiro álbum, em 2007, até agora, fizeram mais quatro álbuns. Isso é um grande recorde. Vêem isso como uma necessidade para vocês enquanto músicos, ou apenas um desafio?
Estamos sempre em modo de criação musical. Quando estamos em casa estamos a compor. Quando estamos na estrada estamos a conceber novas ideias que podem levar Emmure para a frente. Continuar em tours e a editar, para nós, faz todo o sentido. Além de que os fãs parecem não se importar.

Conseguem registar uma grande diferença entre o público “da cena” entre o antes, e o agora?
Cresceram! Cada vez que voltamos a uma cidade, vemos multidões e entre elas, caras que regressaram para nos ver, bem como caras novas que se quiserem juntar a nós para a loucura. Nós gostamos é disto e mal podemos esperar para ir destruir alguns palcos em Portugal também.