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Dave Lombardo disposto a regressar aos Slayer

O baterista pioneiro nos Slayer,  Dave Lombardo está disposto a voltar à banda para se “reformar dos Slayer como deve de ser”

No ano passado Lombardo foi despedido dos Slayer devido a uma discussão contratual, afirmando que nunca voltaria a tocar com a banda que o próprio ajudou a formar.

Os Slayer trocaram-no outra vez pelo Paul Bostaph e têm estado a trabalhar com o guitarrista dos Exodus Gary Holt  para lançar o sucessor de World Painted Blood de 2009, aguardado para 2015. É o primeiro álbum sem o guitarrista  Jeff Hanneman.

Lombardo revela à Eddie Trunk podcast: “Se eu voltaria para os Slayer? Para os fãs e para me reformar dessa banda como deve de ser. Não vou fechar portas. Como disse antes, as minhas portas estão abertas.

Questionado se teve contato com os membros dos Slayer desde o funeral de Hanneman, o baterista disse, “Isso foi muito difícil- e, não, não tem havido qualquer tipo de comunicação entre eu e eles.

Lombardo consegue ainda acompanhar o ritmo da música dos Slayer enquanto se aproxima o seu 50º aniversário em Fevereiro. “Não tenho tido qualquer tipo de problema a tocar esse estilo, acrescenta”. “Mesmo quando estive nos Slayer até 2013, sentia-me ótimo. Tenho energia nos meus membros, nos meus músculos, nas minhas articulações – talvez eu esteja a comer as coisas certas, talvez eu esteja a fazer os alongamentos e exercícios certos. Honestamente, sinto-me bem.

“Espero continuar a estar nesta forma e tocar música pesada e agressiva. Sinto-me mais confortável a tocar em ritmos mais acelerados do que tocar ritmos mais lentos; é onde eu vingo.”

Entretanto, Lombardo está ocupado com Philm, um projecto à parte agora descrito como a sua banda principal, que lançou  um segundo álbum “Fire From The Evening Sun” no início deste ano. “Temos estado a dar alguns concertos espalhados à volta do mundo e estamos a trabalhar no lançamento de outro  álbum, espero que saia em Abril ou Maio do próximo ano.”

Estou entusiasmado.

“Gosto mesmo de tocar com estes músicos, escrever e sair com eles – é uma boa vibe e um ambiente muito criativo.”