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Gene Simmons aconselha imigrantes a aprenderem inglês se querem ter sucesso

Na última segunda-feita, Gene Simmons, lendário baixista dos Kiss, esteve à conversa no HuffPost Live e falou sobre a última tourné da banda e do reality show “4 and Loud”, que documenta a equipa de futebol americano da banda, Los Angeles Kiss, na Arena Legue. No entanto, a conversa mudou de rumo muito rapidamente, levando Simmons a opinar sobre os imigrantes de hoje e a sua relutância em aprender inglês.

“Na verdade, estou a dizer a única coisa que precisa ser dita, porque o clima do politicamente correto é uma merda”, disse Simmons ao anfitrião Ricky Camilleri. “Não queres incomodar ninguém ao dizer: ’Maldito, aprende a falar inglês’. “Então, como imigrante, estou a dizer: maldito, aprende a falar inglês. É a chave que abrirá as portas do reino”.

De relembrar que Simmons, ou Chaim Witz, imigrou para os Estados Unidos com sua mãe quando tinha oito anos de idade. Hoje, aos 56 anos, Simmons já conquistou um lugar na história da música com os Kiss, tornando-se num ícone cultural. Como imigrante que encontrou tal sucesso monumental, ele aconselha os que vão para a América em busca de prosperidade a aprender inglês.

Ainda no decorrer da conversa, Simmons teve tempo para responder ao video provocador dos Black Lips, onde o guitarista/vocalista, Jack Hines, usando um tom verbal bastante forte, diz: “Mr. Simmons, estamos aqui para lhe dizer que os dia de rock ‘n’ roll misógino e sexista acabaram. Apelamos para a rendição completa e absoluta do exército dos Kiss. Baixem as vossas guitarras. Aceita os nossos termos de rendição?” Sem surpresa para ninguém, Simons parecia perfeitamente confuso com o ato da banda e respondeu: “Sim. Eu rendo-me, inteiramente. E eu queria congratular a tua mãe pela forma maravilhosa que ela desenhou a decoração na cave onde ela permite que vivas. Acho que é muito atraente. Espero que sais da cave da tua mãe em breve.” Simmons ainda sugeriu que os Black Lips também aprendam a falar inglês e tenham educação e perguntou-se: “Mas eles não são negros. O que é que eles são, racistas? “