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Ghost – Papa Emeritus diz que a música pop tem mais abertura musical e é mais espontânea que o metal

O mentor dos Ghost, Papa Emeritus falou acerca do metal em geral:

“Muitas das bandas têm letras que giram sempre à volta do mesmo – dragões e demónios”.

“A música pop ou até a indie ou a alternativa têm mais abertura musical e são mais espontâneas. Retratam sentimentos reais e não são sobre leviandades ou fantasias”.

“Os Ghost são parecidos nesse sentido, muitas das nossas letras têm um duplo sentido. Quando ouves a “Year Zero”, à primeira vista a música é sobre Satanás, mas na verdade é sobre a humanidade”.

“Usar metáforas para acrescentar alguma mística é importante para mim. Grande parte das nossas musicas são mais emotivas e reais do que aquilo que as pessoas possam pensar. A “Square Hammer” tem um significado completamente diferente do que o próprio título da música sugere”.

“As bandas de indie e alternativas fazem um tipo de música onde a própria personalidade dos artistas transparece. Ao ouvir bandas suecas, dá para perceber quando é que um membro se encontra em processo de divorcio ou tem um novo amor – é algo que não conseguem esconder nos álbuns que produzem, e geralmente torna-se óbvio. É impossível não introduzir essas experiências através da música”.

“As bandas de metal têm letras sobre o JRR Tolkien, que não dizem nada… ou falam sobre o direito que têm de tocar música rock”.

“Após ouvires 15 álbuns dos Manowar questionas-te, “contra quem é que eles estão a combater? Embora tenham o direito a “rockar”, continuam a falar disso o tempo todo…”

“Sem ofensa – Adoro os três primeiros álbuns dos Manowar, mas passado algum tempo o conceito aborrece-me e desvanece”.

“Não levo nenhuma critica muito a peito, porque nós em Ghost temos uma peça teatral que é mais profunda do que aquilo que as pessoas possam imaginar, mas não vou dizer o que é, não é a mim que me compete dizer”.

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