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O Melhor dos Slipknot [por Jorge Martins]

A menos de uma semana do lançamento de 5: The Gray Chapther, o quinto álbum de estúdio da banda de Iowa, muito antecipado pela longa espera (6 anos desde o seu predecessor All Hope Is Gone), aqui na Rock N’ Heavy contamos as dez melhores músicas de uma das bandas mais aclamadas do Metal actual, cobrindo toda a sua espantosa carreira:

10.Psychosocial

All Hope Is Gone pode não ter sido um álbum universalmente aceite pelos fãs, pois parecia mostrar um lado excessivamente melódico da banda, mais Stone Sour do que Slipknot, mas a verdade é que ainda inclui “malhas” verdadeiramente brutais, como esta “Psychosocial”, tema de peso que lançou o cd que mostra uma banda mais madura, mas com a mesma intensidade de sempre.

9.Purity

Inicialmente incluída no álbum homónimo de estreia, teve de ser retirada devido a questões legais, acabando por ser definitivamente lançada na re-edição de 2009 de Slipknot e é uma daquelas faixas que só os 9 de Iowa sabem fazer: agressiva, claustrofóbica, com momentos de verdadeira psicose e com Corey Taylor a dominar completamente.

8.Spit It Out

Presente também no álbum de estreia, foi uma das faixas responsáveis por rotular os Slipknot de Nu Metal, pelos versos “rappados” de Taylor e pela presença de DJ’s, algo a que a banda respondeu com riffs violentos e um refrão memorável que transcende em muito qualquer movimento efémero.

7.Before I Forget

Vol.3: The Subliminal Verses foi crucial pela afirmação dos Slipknot como uma das maiores forças do Metal actual e não só como “sobreviventes do Nu Metal” e uma das músicas principais para isso acontecer foi “Before I Forget”, discutivelmente a música mais reconhecível da banda e que combinava pela primeira vez o seu lado pesado com um claro apelo quase Pop que se tornaria regra daí para a frente.

6.People=Shit

Iowa, o segundo álbum de estúdio da banda, conseguiu elevar ainda mais a fasquia deixada pelo seu antecessor em termos de agressividade e violência, mostrando ao mundo o quão extremos os Slipknot estavam dispostos a ir para “pregarem” a sua raiva, algo perfeitamente personificado em “People=Shit”, uma das faixas mais demolidoras do cd e das experiências mais transcendentes que existem ao vivo.

5.Vermillion (partes 1 & 2)

Presentes em Vol.3, achámos que seria injusto julgar estas músicas em separado quando fazem parte de um todo épico, numa montra de contornos góticos do lado mais romântico dos Slipknot, seja através dos berros emotivos da primeira parte (com um dos melhores solos de Jim Root incluído), ou do lado abertamente baladeiro na segunda parte acústica.

4.Left Behind

Vinda de Iowa, uma das músicas que mais fielmente representa aquilo que são os Slipknot em topo de forma; riffs pesados, percussão demolidora e vocais a oscilar entre o violento e o melódico, resultando numa faixa apelidada de caótica pelos melhores motivos.

3.Eyeless

Por muito que gostemos do lado mais refinado dos Slipknot, é impossível não olhar com nostalgia para o álbum de estreia e simplesmente admirar a intensidade de uma banda que conseguia combinar rap, growling e vocais limpos numa só música, acompanhada por alguns dos riffs mais pesados que já tivemos o prazer de ouvir… Ah, e claro, não se pode ignorar o poder de “YOU CAN’T SEE CALIFORNIA WITHOUT MARLON BRANDO’S EYES!”

2.Duality

Com um dos vídeos mais populares de sempre no Metal (quem não quereria ir a uma festa destas?), esta música de Vol.3 é normalmente considerada, a par de “Before I Forget”, o momento em que os Slipknot aprimoraram a sua fórmula e se inseriram definitivamente no Metal mais mainstream, mantendo o peso e criando ao mesmo tempo melodias impossíveis de ignorar.

1.Wait and Bleed

Pode ser uma escolha cliché, mas a verdade é que o primeiro single dos Slipknot apresentou uma banda que combinava peso, agressividade e uma dinâmica exemplar, ao mesmo tempo que tinha um ouvido apurado para melodias intricadas e acessíveis; podem já ter passado 15 anos, mas é uma faixa que se mantém actual e com uma potência inigualável desde então.