free website stats program

Requiem Laus [Julho 2014]

A Rock n’Heavy esteve à conversa com Miguel Freitas, ‘frontman’ dos Requiem Laus e, obviamente, a conversa acabou por incidir também na passagem, em breve, pelo palco do Vagos Open Air. Para ler aqui em baixo e não deixem também de participar no nosso passatempo VOA!

Porquê “Morbidatory”, depois “Requiem” e finalmente “Requiem Laus”?
Morbidatory foi a minha primeira banda que formei, em 1989, ao saírem alguns elementos. Em 1991, surgiu Requiem. Em 1994 Requiem Laus, acrescentamos o nome Laus por existir uma banda com o mesmo nome.

Desde o início, houve algumas mudanças (não apenas no nome) o que mudou musicalmente entretanto?
Sim, houve mudanças de elementos facto que causou uma evolução normal e que musicalmente trouxe mais maturidade e uma identidade cada vez mais própria.

Sendo vocês uma banda natural do Funchal, queríamos saber se o Death Metal Melódico está de boa saúde na Madeira e se nos podiam falar um pouco sobre o atual panorama do Metal no arquipélago?
Infelizmente o panorama do Metal cá é fraco, já houve tempos mais audazes, mas sempre vamos mantendo a cena viva com algumas bandas que surgiram.

O factor insularidade continua a pesar actualmente, como no passado, ou as coisas estão a mudar?
Pesa sempre, e não mudou nada, falo por nós. Temos que fazer pela vida.

No dia 9 de Agosto vocês vão abrir o Vagos, quais são as expectativas?
Estamos com muita pica e as expectativas são boas. A última vez que actuamos foi em 2008 e depois ficamos sem baterista. Tivemos estes anos sempre há procura de um, foram anos complicados. Apareceram alguns, mas acontecia sempre algum problema pessoal e desistiam.

Como é que se sentem ao saberem que fazem parte deste cartaz poderoso e que se irão cruzar com grandes nomes do Metal da actualidade? Há alguma banda(s) no cartaz que vos entusiasme particularmente e, em caso afirmativo, porquê?
Sentimo-nos bem é óbvio, é um reconhecimento que fazemos boa música. Eu cresci a ouvir Paradise Lost ,Kreator, Opeth, Annihilator, mas gostamos imenso de Gojira, Behemoth, e estamos entusiasmados para ver e ouvir. Na Madeira não há destes festivais 🙂

Lançaram um EP em 2012 intitulado “Impulse”, falem-nos um pouco sobre ele e sobre o peso que ele terá na set list do Vagos?
Foi o nosso último trabalho até hoje com 3 temas, masterizado por Jörg Uken em Soundlodge, na Alemanha, e bateria pelo próprio. Letras escritas pela jovem escritora portuguesa Maria Rodrigues. Claro que não podia faltar na set list em Vagos 🙂

Estão a trabalhar em novo material?
Sim, temos algumas cenas, vamos aguardar 🙂

O que nos podem revelar acerca do vosso concerto no Vagos, haverá surpresas na set list?
Vai ser um bom concerto, mas infelizmente curto, 30 minutos é muito pouco para tantas músicas que temos, mas vamos ter um set list potente 🙂

Querem deixar alguma mensagem aos vossos fãs?
RL agradece a todos aqueles que gostam da nossa música, o nosso grande obrigado.
Obrigado também a ti Bruno e à Rock Heavy por esta entrevista.