free website stats program

Urban War [Junho 2012]

É uma banda de metal do Porto composta por – Espinha na guitarra e na voz, Nelo na bateria, Filipe no baixo e Bobby na voz. Pertencem à Raising Legends Records e lançaram recentemente o álbum “Reborn”.

Estiveram muito recentemente no Hard Club a fazer a apresentação do vosso novo álbum, “Reborn”. Como foi a recepção do público?
Não poderia ter sido melhor! Tivemos uma excelente moldura humana a puxar e a vibrar com a banda, e nós respondemos de uma forma bastante positiva e enérgica ao nosso público.

O Porto apesar de ter vindo a crescer imenso enquanto cidade, ainda se mantém conhecida como uma “cidade do Norte”. Sentem que por isso, as mentalidades ainda estão demasiado fechadas?
Pelo contrário. Se o Porto fosse uma cidade fechada, não teríamos conseguido um índice tão elevado de seguidores e, dado que somos uma banda de um estilo muito próprio (que se chama metal), não seriamos recebidos de braços abertos em diferentes espaços da cidade… E isto não se trata de ser propriamente exclusividade nossa!…

A altura do Verão é conhecida pela grande quantidade de Festivais a nível nacional. Urban War consegue imaginar-se em alguns dos tipos de Festivais que são realizados em Portugal?
Claramente que sim! Não só festivais nacionais como também internacionais.

O facto de terem a oportunidade de ter uma Editora foi um passo enorme na vossa carreira. Como é que chegaram até ai?
Sempre tivemos no horizonte vir a trabalhar com uma editora. No entanto, pretendíamos que o produto final fosse 100% à nossa imagem e isto só foi possível após chegarmos a um acordo com a Raising Legends Records.

Qual foi o concerto que deram, onde sentiram que ficaram mais completos enquanto banda?
Sem dúvida, foi o concerto em que partilhamos o palco com os afamados RAMP. Foi aí que sentimos que estávamos a entrar num ponto de viragem e que o nosso melhor ainda estava para vir.

O que fazem enquanto pessoas, para além da banda?
Em Portugal contam-se pelos dedos das mãos as bandas (Metal) que subsistem apenas da música. Nós não somos exepção à regra e todos temos um trabalho paralelo, de segunda a sexta das 9 ás 18

Sentem que em algum momento a música pode deixar de ser paixão e passar a negócio?
Infelizmente uma coisa não subsiste sem a outra. O que nos move é a nossa paixão pela música e por fazer música, mas para evoluir e divulgar o nosso trabalho, estamos dependestes do meio comercial que nos rodeia, tais como estúdios de gravação, produtoras, agentes, agencias de marketing e publicidade, etc… Não conseguimos evitar isso…

Urban War. Por quê?
Há muitos anos atrás tive um amigo que me deu essa dica e fiquei com isso na cabeça. O nome não me saia da cabeça e em 2005, quando me reuni com o Nelo e o Filipe falei-lhes para adotarem esse nome e ninguém hesitou. Basicamente para o estilo de música que pretendíamos construir o nome URBAN WAR encaixava que nem uma luva, pois a nossa música denuncia uma sociedade em permanente decadência e a “guerra urbana” da qual somos todos actores.

Existe algum objetivo que tenham delineado para breve?
Neste momento estamos a organizar alguns concertos a nível nacional, pois desde o lançamento do álbum que tivemos vários pedidos para live act, e como o publico tem sempre razão, vamos tentar satisfazer ao máximo com varias datas pelo país. Estamos também a trabalhar na produção do primeiro videoclip que vai sair do álbum Reborn.

Portugal chega-vos? Ou pretendem, se conseguirem, ir fazer música para outro lado?
Para nós conquistar o mundo seria pouco… O nosso sonho é poder partilhar a nossa música, a nossa mensagem e tudo o que nós sentimos quando estamos em palco, com toda a gente. Por isso o Universo é o limite!

Onde irão estar nos próximos tempo, para quem vos quiser ver ao vivo?
Podem acompanhar nas nossas páginas oficiais myspace e facebook onde brevemente disponibilizaremos as próximas datas da banda.

A vossa capa do álbum “Reborn” é uma imagem muito pouco positiva. É assim que vêm as coisas atualmente?
A imagem do álbum representa um cenário de caos e decadência para onde a nossa sociedade teima em aproximar-se. No entanto, em conjunto com o nome do álbum, queremos transmitir a garra e motivação para renascermos das cinzas.